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quinta-feira, 3 de maio de 2012

...histórias boas

Acabo de checar meu e-mail, e me deparo com essa história, sobre um assunto que já comentei várias vezes aqui: nossas escolhas.

Nunca acreditei em "coisas que acontecem por acaso", sou o tipo de pessoa que acredita que para tudo há um propósito, sempre fui adepta de que nós passamos por todas as situações próprias de nossa vida para aprendermos e sermos úteis.

Tudo acontece tal qual a razão para a existência do horizonte, vocês sabiam?
E o horizonte existe para que jamais deixemos de caminhar, aprendi um dia desses...

Eis aí o belo texto que recebi, vale a pena ler:


ESCOLHAS...


"Luis é o tipo de cara que você gostaria de conhecer". 

"Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer". 

Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo: 
"Ah.. Se melhorar, estraga". 

Ele era um gerente especial em um restaurante, pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. 

Ele era um motivador nato. 

Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Luis estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.

Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei: 
"Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo". 
"Como faz isso" ? 

Ele me respondeu: 
"A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo: 
Luis, você tem duas escolhas hoje: 
Pode ficar de bom humor ou de mau humor. 
Eu escolho ficar de bom humor". 

Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. 
Eu escolho aprender algo. 

Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida. 


"Certo, mas não é fácil - argumentei". 


É fácil sim, disse-me Luis. 



A vida é feita de escolhas. 

Quando você examina a fundo, toda situação sempre oferece escolha. 
Você escolhe como reagir às situações. 
Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. 
É sua a escolha de como viver sua vida. 

Eu pensei sobre o que o Luis disse e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha. 

Anos mais tarde, soube que Luis um dia cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã. 

Foi rendido por assaltantes. 

Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. 
Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele. 
Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital.. 

Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo. 

Encontrei Luis mais ou menos por acaso. 

Quando lhe perguntei como estava, respondeu: 
"Se melhorar, estraga". 

Contou-me o que havia acontecido perguntando: 
"Quer ver minhas cicatrizes"? 

Recusei ver seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto. 

A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu. 

Então, deitado no chão, ensanguentado, lembrei que tinha duas escolhas: 
"Poderia viver ou morrer". 

"Escolhi viver"! 

Você não estava com medo? Perguntei. 

"Os para-médicos foram ótimos". 
"Eles me diziam que tudo ia dar certo e que ia ficar bom". 

"Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado". 

Em seus lábios eu lia: 
"Esse aí já era". 

Decidi então que tinha que fazer algo. 

O que fez? Perguntei. 

Bem.. Havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. 

Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa. 
Eu respondi: "sim". 

Todos pararam para ouvir a minha resposta. 

Tomei fôlego e gritei:

"Sou alérgico a balas"! 

Entre risadas lhes disse: 

"Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como um morto". 

Luis sobreviveu graças à persistência dos médicos... mas sua atitude é que os fez agir dessa maneira. 

E com isso, aprendi que todos os dias, não importa como eles sejam, temos sempre a opção de viver plenamente. 

Afinal de contas, 

"ATITUDE É TUDO". 


Um dia maravilhoso a todos.
Faça boas escolhas.
;D

quarta-feira, 18 de abril de 2012

...calmaria

"Tire esse medo da cara, não diga nada
Largue esse gosto amargo do seu colar
Que eu cheguei foi pra ficar,
Se eu chorei foi de saudade, amor,
Não foi de dor não,
Se eu brinquei foi só maldade,
Mas agora é calmaria..."


Vavá Ribeiro fala em calmaria, e de amor. O momento não é bem esse, mas temos que tirar algo de positivo das coisas, não? Lembrei agora foi do jogo do contente, da Eleanor H. Porter. Quer dizer, dela como Poliana. Minha querida professora Joana que me apresentou à ela, e foi uma das obras que me inspirou a gostar tanto assim de ler. Poliana passa a ver o lado bom em tudo, e muitos podem entender como uma forma de se conformar, mas havia tantas situações complicadas e delicadas em sua vida, que se ela não o fizesse, seria eternamente infeliz. Engraçado que existem pessoas que eu conheço que são assim, que me inspiram. Um grande amigo meu, eu já o disse várias vezes, inclusive, é um exemplo de superação para mim. Ele já passou por inúmeros problemas de saúde, e em nenhum momento eu o vi reclamar, e sempre trouxe dentro de si aquele espírito alegre e a mania de quebrar as costelas alheias em um sempre carinhoso abraço. Saudades de abraços. Hoje estou precisando dos braços, sejam os curtos, sejam os longos. De abraços, sejam pequenos ou demorados. Minha família tão linda de amigos me ajuda a sentir isso que está expresso na música. Calmaria. Sabe, quando você fica leve? As orações também me fazem leve. Estar com Deus sempre me deixa em paz. Eu O devo tanto, e ainda hoje não entendo como Ele pode amar uma pessoa tão pecadora e tão limitada quanto eu. Mas cabe a nós fazermos o mesmo com nosso próximo, não? Isso também me deixa calma. E feliz. Uma ligação agora me deixou tão acolhida. E mensagens de pessoas queridas. Às vezes não sei como pode caber tanto amor em mim. Eu não sei tanta coisa, mas o importante é sentir, creio eu. Amar me deixa calma. Amizades, abraços, cafunés, aconchegos. Obrigada meu Deus. Dentre tantas coisas, hoje eu agradeço pela calmaria.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

...pensamentos

Algumas coisas, aparentemente, fazem diferença!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

...sobre a legalização do aborto de anencéfalos

Eu sei, complicado.
Se você me perguntasse, eu, como católica que sou, deveria responder: "mas é claro que sou contra!" Aí você escuta o processo, relatório (ou seja lá o que for, não entendo nada de Direito) do relator do caso e ministro Marco Aurélio, tão bem fundamentado, explicando exatamente porque ele é a favor e falando sobre prolongar o sofrimento de mães, que, de fato, nunca chegarão a ser mães. A probabilidade de sobrevida desses bebês no meio extra-uterino é praticamente zero, senão, poucos meses de vida. É cruel fazer uma mãe passar pelo sentimento de ver seu filho nascer morto, ou perdê-lo durante a gestação, ou ainda, ter que enterrá-lo assim que ele vier ao mundo, certo? Ao invés de berço, um caixão. Essa discussão toda me parece justa, sinceramente. Eu, como futura mãe que espero ser, imagino (mesmo que não chegue perto do sentimento) a dor que uma mulher (e uma família inteira) devem sentir ao passar por uma situação dessas. Difícil. Cruel. Desumano? Usem as palavras que quiserem, pensem o que quiserem. Eu compreendo isso tudo. Eu concordo até, é muito sofrimento, e pode mudar para sempre a cabeça dos pais envolvidos. Pode destruí-los.
Mas por mais que eu entenda isso tudo, mantenho minha posição, não exatamente por ser católica, nem nada do tipo. Eu posso não sentir o que as mães sentem, posso não entender a amplitude de tudo, posso estar errada, podem dizer que sou até desumana. Mas aprovar a morte de alguém, sinceramente, eu não consigo aceitar. E é isso que eu realmente não entendo. Pode ser uma vida incompleta, sem expectativas, sem esperanças, sem futuro. Podem dizer o que quiserem para defender a legalização. Mas ainda assim é uma vida. Eu não tenho direito de tirá-la. E você também não tem.




Mas o que for para ser, será. É o que eu sempre digo.

...memórias

Eu acho tão curioso. Meu texto lá no comecinho, sobre escolhas.

Àquela época, minha vida era um ponto de interrogação gigantesco, na qual, a cada dia que se passava, eu só conseguia acrescentar mais dúvidas e questionamentos.

Hoje, quando olho para trás, vejo com clareza porque precisei passar por três cursos superiores. A resposta é tão simples, que fico imaginando porque, naquele momento, parecia tão difícil de se encontrar: para ter certeza.

Se eu não tivesse vivido tudo aquilo, tanta loucura de falta de tempo, de ir para três universidades no mesmo dia, sair de casa oito da manhã e voltar dez da noite, nunca teria certeza, acredito eu. Pois eu não teria tentado algo diferente, nem havia explorado todas as minhas aspirações e sentimentos. Hoje eu tenho. Fazer diferente? Claro que teria feito! Deixei passar tanta coisa importante no meu crescimento profissional, mas isso tudo faz parte do aprendizado. É assim que a gente aprende a ser gente. Lembrei-me agora de Marcelo Rubens Paiva. Grandes ensinamentos. E de Ronald Claver, que por meio de Pedro, ultrapassa os seus limites territoriais em busca de um sonho, mesmo que este fosse "apenas" sua própria história de amor. Há muito tempo que não tenho oportunidade de mergulhar nos livros, como eu fazia antes. Mas mudei o foco. Eu sempre mudo o foco. Algumas coisas nunca mudam, certo?

Além de ver o que minhas escolhas me proporcionaram, percebo ainda o quanto nós sempre somos obrigados a tomar decisões. Todos os dias. Sejam elas pequenas, como escolher entre uma banana e uma fatia de mamão no café da manhã, ou se colocarei a blusa branca ou o vestido florido para ir ao trabalho. Sejam elas grandes, como trancar um curso de graduação ou decidir entre namorar ou não alguém, ir morar no exterior ou recusar a coordenação de um grupo pelo qual se é apaixonado (a). Independente da situação, cada pequeno "prefiro esse" ou "melhor aquele" que dizemos durante o dia trará uma realidade única, que não poderá ser mudada. Está escolhido. Não há muito o que fazer com o "e SE eu tivesse feito aquilo, como seria?" A não ser que tivéssemos um viratempo, jamais saberemos. Então nos conformemos. E façamos aquilo que está no nosso coração. Se há arrependimento, a solução é simples: pedir perdão e seguir em frente. Ou não errar novamente. Acho que já saí do foco de novo. Melhor ir estudar.

Rotulagem nutricional, aí vamos nós! Porque, claro, eu escolhi ser nutricionista! o/

Um ótimo dia a todos (mesmo que eu saiba que só eu que vou ler isso aqui! ;D)

...sobre o esquecimento

Se não soubermos esquecer, o que era o resto mesmo? Nunca poderemos deixar a tristeza?
Minha memória recente anda ruim, então algo que li a pouco, já não lembro mais...

Mas acho que no fim, o que eles quiseram dizer é que existe a necessidade de esquecer por rancor ou então por falta de amor. E que cada uma delas leva a algo em nossas vidas. O rancor é um sentimento tão ruim, que a tristeza que ele traz te impede de seguir em frente. Você deixa de confiar nas pessoas, pára de se doar aos outros, é cético acima e sobre tudo. Ou, quando falta amor, a tristeza passa a habitar em ti, e tudo o que você faz perde a beleza, pois você estará vendo com olhos tristes. Não há nascer do sol, nem o barulho suave da chuva, ou a lua brilhando bonita no céu. Não há um sorriso recíproco, não vemos a oportunidade de um novo viver. E às vezes tudo está lá na sua frente, esperando apenas que você dê a mão, e siga seu caminho em busca de um novo viver.

Achei! O pensamento era esse:
Se não soubermos esquecer, nunca estaremos livres de tristeza.(Textos judaicos)

Deu pra entender, agora? =)

Daila B.

terça-feira, 10 de abril de 2012

...um pouco de tudo

Carácoles!

Tanto tempo, tanta coisa diferente.
No mundo, na vida, em mim.
Muita coisa já se foi, outras ainda permanecem. As verdadeiras, claro.
A imensidão do mundo é algo tão grandioso (redundante, eu sei) que quando percebemos, tudo aquilo que estava distante já passou. Se foi, não era mais.
Muito ainda, entretanto, está por vir.
A mudança em mim é gritante, só não percebe quem não me conhecia antes (deu até pra rimar!). Talvez seja o bom e velho amadurecer. Estamos envelhecendo, processo natural da vida que ninguém escapa.
Deus está em mim de forma tão presente hoje que eu não consigo imaginar a minha existência sem Ele. Não que isso não era meu pensamento antes, mas sabe? Quando TUDO o que você é depende dEle? Mas se Ele me criou, como não seria? Se Ele me amou até a morte? É o mínimo que eu poderia fazer, não? Não sei vocês (não que eu ache que alguém vai ler isso), mas eu penso assim. Eu sou assim.
Viu? Não está diferente? Não estou diferente?
Espero que o diferente em suas vidas, assim como na minha, tenha sido bom. Altos e baixos... todo mundo passa por eles. É a vida. É o viver. Eu vivi. E você?

:D

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

...Alinhamento dos planetas

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Depois do "alinhamento dos planetas", que ocorreu semana passada, fiquei me perguntando que talvez uma reunião periódica dos planetas poderia ser agendada oficialmente, como forma de evitar prováveis saudades e distâncias exarcebadas. O que será que os planetas acham da idéia?
.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

...Feira

.
Faz dois anos que eu não estudo mais lá.
Depois de uns três meses sem aparecer,
Entro na sala da minha irmã e observo:
A agitação, a palhaçada, a alegria, o bom humor.
Páro por um momento e reflito:
Eita saudade, meu Deus!
Depois, para minha imensa surpresa,
Encontro alguns dos meus amigos.
A saudade intensifica.
Ô tempo bom que não volta mais!
.

domingo, 4 de novembro de 2007

...A lua


Alguns dias, a Lua aparece plenamente no céu.
Toca as nuvens.
As estrelas.
Atrai olhares.
Toca o coração.
Daila Bezerra

sábado, 22 de setembro de 2007

...Contraditório

...

Eu quero escrever.
Mas a ausência de imaginação toma conta de mim.
Eu quero falar.
Mas as palavras não parecem suficientes para expressar o meu sentimento.
Eu quero calar.
Mas o silêncio parece não ser a melhor opção.
Eu quero sorrir.
Mas os momentos tristes surgem como um raio em meu pensamento, e minha boca esquece por um instante o sorriso.
Eu quero chorar.
Mas as lembranças de sorrisos não me saem da cabeça, e vejo que agora não há motivos para o pranto.
Eu quero abraçar.
Mas, neste momento, encontro-me só com as coisas ao meu redor. Não há pessoas.
Eu quero amar.
E sinto o amor brotando. Ao meu redor. A todo momento.

...

Escrito por Daila Bezerra, em 07/09/07, às 22:26.
Postado só agora!

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

...Nutrição

Hoje eu estava na aula de Nutrição e Dietética I e fiquei maravilhada.
Embora a professora seja daquelas pessoas que falam demais, percebi um fato muito importante na minha existência como pessoa: a Nutrição é muito mais bela do que eu esperava e muito mais profunda do que imaginamos. Ela vai além. Ultrapassa o natural e o biológico. Ela alcança o social de um modo bem mais significativo e de uma forma linda. E crítica. E reflexiva.
Afinal, ela é Comunicação também! Eu sabia que era cultura e o que a envolvia, pelo menos em parte, mas o clarão que senti hoje...
Por que poluirmos o nosso meio com a tão valorizada beleza artificial? Onde o plástico e o alumínio são jogados como nada ao chão e fazem parte do adubo de plantas? Aqueles mesmos alimentos, os quais iremos comer no dia seguinte? O belo vai além da estética. Aliás, o belo não está na estética. Ele está dentro e ao redor de nós. Nos sentimentos. Na pureza que provém da natureza. O belo nos atinge e faz parte de nós. Mas... por que somos tão cegos?

Daila Bezerra


[Como sempre: começa com sentido e no fim muda o rumo da conversa totalmente! kkk]
[Um dia eu aprendo a escrever! ^^]

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

...

Eu tô com saudade!
Dia 14 de agosto de 2006, entrei numa sala, "ligeiramente" atrasada, pro meu primeiro dia de aula!
Pense como eu tive sorte por poucas pessoas terem notado meu atraso! Senão eu teria que dançar no meio do círculo que tinham feito, como uma colega minha teve que fazer!
As pessoas que lá estavam, falando do curso e do centro acadêmico, prepararam muitas atividades pra nós. Mas enquanto alguns alunos se apresentavam, confesso que minha atenção foi desviada para o quadro: muitos versos, citações e alguns desenhos estavam escritos lá.
Discretamente, e com a minha mania de anotar quase tudo o que eu acho que merece ser registrado, abri meu caderno para copiar as seguintes palavras:
"A febre da juventude é o que conserva
o mundo na temperatura normal.
Quando a juventude perde o entusiasmo,
o mundo inteiro estremece."
(George Bernanos)
Aquela sala estava repleta de estudantes febris.
Me senti tão bem naquele momento!
Mais de um ano depois, muitos permanecem com febre. Não pude fazer parte do primeiro dia de outros calouros, para sentir a febre no ar.
Mas espero de coração que eles se contagiem. Não apenas uma parte.
Mas sim em outro lugar, em outro curso, em outras pessoas, em vários jovens.
Porque a febre atualmente é rara.