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sábado, 30 de junho de 2012

...sobre felicidade

Às vezes você passa a vida toda buscando a felicidade. Sabe, planeja toda a sua existência: trabalho, amigos e universidade, esperando encontrar em um momento desses aquela sensação tão esperada, tão desejada, de realização máxima.
Você passa a vida procurando, e, quando percebe, nem se deu conta de que ela estava lá, em cada um daqueles minutos que você desperdiçou esperando algo maior do que aquilo que sentia. Porque a gente sempre quer mais, acreditamos que tudo o que sentimos pode ser muito maior.
E a felicidade estava lá, brilhando como o sol nos ilumina todos os dias, mas você não percebeu. Deixou-a passar. Quando na verdade tudo que você precisava era olhar na direção certa, abrir bem os olhos e deixar que aquele sentimento clareasse todo o seu ser e lhe trouxesse paz.
E sabe aquele momento máximo? De realização plena? Ele não existe. Porque a felicidade está nas pequenas coisas.
Para ser feliz, basta vislumbrar [e viver], de olhos bem abertos, cada uma das bênçãos que Deus oferece a você. Todos os pequenos milagres de sua vida. Os abraços apertados de seus pais, por exemplo. Os olhares cúmplices de seus amigos. A alegria irradiando quando você está por perto. E acredite, é perceptível. Tantos abraços, que marcam a nossa pele quando estamos distantes o bastante dos braços queridos das pessoas que amamos. Beijos de carinho. Sua cama. Seu guarda-roupa e as fotos de seus amigos, a primeira coisa que você vê ao abrir os olhos. A certeza de que existem sentimentos sinceros e eternos. Porque o que é de verdade é pra sempre. Nunca morre. Nunca se vai. Ser bem acolhido. Novos aprendizados. Sua sobrinha se mexendo ao escutar sua voz. Pipoca com refri na casa de uma amiga querida. Macarronadas que nunca serão suficientes. Ter sua escova de dentes junto de outras. Dividir seu quarto com sua irmã. Terços e rosas. Dividir seu quarto com uma amiga. Gavetas desocupadas especialmente para você. São José, Santo Antônio e Nossa Senhora das Graças. O carinho em todas as lembranças que lhe acompanham. Mensagens de texto quando você mais precisa. Amor incondicional. Orações. A certeza de que Ele está sempre contigo [e comigo]. Família. Anjos, e, independente de local, saber que estamos sempre uns com os outros. Quando Deus nos uniu, e nos tornou irmãos. De coração. Seu cunhado e sua famosa cidade. Sorvetes e batatas com refri [mesmo não sendo saudável]. Ligações de quem tá distante. Pequenos momentos. Mínimos gestos, que fazem uma diferença tão grande na vida de outra pessoa, que nem temos ideia.
E se você não é feliz, é porque não está abrindo bem seus olhos. Por isso, clareie sua visão. Ela - a felicidade - está aí, bem pertinho de você. Basta querer.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

...Sobre coração

Como meu coração está em The e ao mesmo tempo, bate e funciona aqui em SL está além da minha compreensão.

sábado, 9 de junho de 2012

...sobre abandono

Desculpem a falta de postagens.
Falta-me tempo para me concentrar aqui e escrever algo que preste, ou pelo menos tentar.
Inúmeras vezes já abri a página inicial e fiquei olhando, olhando... Contemplando para quem sabe, se fizesse uma luz em minha mente e as ideias e palavras começassem a fluir em uma postagem. Muitas surgiram, mas não chegaram a ser digitadas. Sabe o bom e velho tempo? Ou a falta de organização para reservar um pouco dele aqui? Então.
Mas essa semana é provável que eu volte, mesmo que eu não publique. Ficar sem internet e contato de pessoas próximas esses dias que virão vai inspirar e trazer tantos sentimentos ao meu coração que a única coisa que não ocorrerá será o abandono. Mesmo que, de forma ou outra, seja assim que eu me sinta. Mesmo que não seja isso que aconteça. Porque eu não fui abandonada. Mas quem pode controlar o coração?

segunda-feira, 21 de maio de 2012

...saudades

Sim, estou com saudades.
Que mal há nisso?
Quando a gente gosta e não tem notícias nenhumas, o mínimo que deveríamos sentir seria saudades, não?
Bom, é assim que eu penso.
E assim que me sinto.

...ataques cardíacos

Aquele momento em que você quase morre do coração diante da possibilidade de ter que estar AMANHÃ na Ilha, e sequer fez a lista do que precisa levar, ainda. Aquele momento em que você fica feliz, triste, ansiosa, nervosa e neurótica, tudo ao mesmo tempo, porque finalmente chegou sua vez, seu dia. E então você sente exatamente a mesma coisa quando descobre que o resultado dos seus exames ainda não saiu, e se não sair até hoje, às 18h, você só poderá assumir em primeiro de junho. E é tanta frustração e felicidade, tudo ao mesmo tempo (de novo), que, no final das contas, tudo o que você realmente pensa é sobre o ataque cardíaco, e a sorte de que no momento em que você quase teve um, não estava sozinha em casa. Porque mãe é mãe, afinal.



P.S.: Sim, eu sei que existem inúmeras palavras repetidas aí. Eu vi isso tudo. Mas tinha que ser EXATAMENTE dessa forma. Porque é assim que estou sentindo: tudo se repetindo e se reencontrando, na turbulência que está minha mente nesse instante. E claro, porque também me faltaram sinônimos perfeitos. E sim, também sei que meu vocabulário é escasso. Não sou nem um milésimo do que um dia foi Drummond, afinal.

sábado, 19 de maio de 2012

...dificuldades

Uma coisa é querer estudar.
Outra coisa é precisar estudar.
E algo pior é não conseguir, porque sua cabeça tá à mil.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

...sobre palavras presas

Às vezes, não acordamos em um dia bom. O sol brilha lindo no céu, mas não percebemos. As nuvens encobrem um pouco da luminosidade, e nos trazem um clima agradável e ameno, mas não notamos. Nossa mãe colocou uma dose a mais de amor em nosso café da manhã, mas vemos apenas que a xícara não estava em seu lugar habitual. O mundo está tão fantástico lá fora, entretanto, fechamos as portas de nosso coração para tamanha beleza. Nos sentimos tristes, destruídos, desanimados.

E, sabe, nesse momento horrível, Deus nos traz uma mão amiga que tenta segurar a nossa, e nos tirar da escuridão na qual nós mesmos nos colocamos. Entretanto, estamos tão recolhidos e perdidos em nosso próprio mundo que deixamos aquela ajuda querida passar... Não valorizamos, não abrimos nosso coração para essa pessoa que tanto nos ama, e só quer o nosso bem. Por vezes, até as tratamos mal. Aumentamos ainda mais fundo o buraco que estamos cavando. E a sensação que isso nos causa é angustiante. Porque gostaríamos muito de sair do poço sem fim que construímos para nós mesmos. Mas não sabemos como, não vemos horizonte nem motivo para continuar caminhando. Apenas imergimos em nossa solidão e tristeza, remoendo toda a dor e reavivando cada pedaço dela, para que possamos nos sentir cada vez mais piores.

E o que me doi, nesse sentido, e está engasgado em minha garganta é expressar o quão errado e destrutivo isso pode ser. Magoar outras pessoas que sempre estiveram lá para nós e que fazem de tudo para que não nos sintamos sozinhos é o ápice do nosso egoísmo. Somos humanos, portanto, pecadores, mas devemos sair desse mar de sofrimento em que nós mesmos nos colocamos, e olhar o próximo que tanto nos ama com ao menos um olhar de amor que ele espera que venha de nós. Sabe, ele não tem culpa de nosso sofrimento e só está lá para nos ajudar, de toda forma que ele puder. Mas temos que deixar, temos que abrir a porta de nossos corações. E isso estava preso em minha garganta. Porque não temos o direito de usar a nossa dor para tratar mal e criar uma dor em outro alguém que nos ama. E que dizemos amar.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

...

[sem palavras]

...sobre planos

Deus tem um plano para cada um de nós.
E eu ainda estou tonta com o plano dEle pra mim.
Mas sabe como é?
A gente segue o caminho dEle e pede força, fé, luz. Porque há tamanho amor de Deus por nós que não existe perigo na estrada. E não deve haver medo nem temor. Devemos mergulhar nos caminhos do Senhor, e nos entregarmos de corpo e alma Àquele que tanto fez por nós e que, ainda hoje, nos ama incondicionalmente.
"E que seja feita a vontade de Deus..."

Amém.

terça-feira, 1 de maio de 2012

...sentimentos bons

Vocês sabiam que bons sentimentos não brotam por acaso?
Para senti-los, por vezes são necessários pequenos instantes, minutos ou até meros segundos de "algo" que é suficiente para transformar nosso dia e transbordar dentro de nós tudo aquilo que você nunca pensou que iria sentir um milésimo de segundo antes.
Se vocês quiserem exemplos, acreditem, eu posso dar mais de um...
Banhos de chuveiro no quintal, regar a planta que você ganhou de aniversário, receber ligações de pessoas que você sente saudades, mensagens de madrugada que lhe mostram o quanto você é importante na vida de alguém, o abraço da sua mãe quando ela chega de viagem, o carinho do seu pai ao fazer o café da manhã, a carona do seu cunhado que não assume, mas gosta muito de você, o cartão que sua irmã escreve e em uma palavra te emociona mais do que qualquer outra coisa, a preocupação de uma amiga em lhe alimentar, passar horas falando da vida, arrumar seu quarto, fazer o almoço da sua mãe que está para chegar, o sorriso de sua filha de coração, amizades eternas e sinceras, rezar. Tudo isso, para começar. Não necessariamente nessa ordem.

domingo, 29 de abril de 2012

...sobre mudança de planos

Eu ia...
Melhor não!

;)

sexta-feira, 27 de abril de 2012

...sobre caraminholas


Nunca me esqueci da máxima do Chapéu Seletor:
"Caraminholas na cabeça, Potter?".

Toda vez que me encontro pensativa, essas palavras vêm à minha cabeça, e em alguns momentos chega a ser engraçado, porque quero usá-las com outras pessoas que, por certo, não entenderiam a colocação. Então fica sempre sendo esse um dos meus meios de comunicação com minha irmã, com a qual um simples olhar é suficiente para que ela entenda o que quero dizer (quando ela não está com o raciocínio lento, claro).

Depois de elucidado o título do post, vocês (mesmo que ninguém leia aqui, gosto de pensar que falo para algum público) devem estar se perguntando: “Mas caraminholas por que mesmo?” 

Ah, são tantas! Quem nunca fez viagens absurdas em mundos desconhecidos apenas porque alguém lhe disse um “oi”? Quem nunca passou horas refletindo sobre sua vida, suas escolhas, sua carreira? Quem nunca se "esqueceu" por momentos de cumprir suas obrigações para fazer aquilo que gostava, e que, na maioria das vezes, não apresentava nenhuma utilidade? Atire a primeira pedra “quem nunca”. 

Por momentos paramos o nosso mundo real para mergulharmos em fantasias, em “e se’s”, em ambientes que podem vir a ser, mas que dependem muito sobre o que estamos fazendo hoje para que eles possam acontecer. E as caraminholas em minha mente giram nessa órbita atualmente. 

Interessante como as coisas sempre têm a ver com o futuro, não é? Vivemos tão preocupados com o porvir, e não deveríamos, mas é necessário. O desconhecido amanhã nos assusta e ao mesmo tempo nos intriga, nos fascina, nos espreita, nos espera.

E são essas as caraminholas. Bem menos desesperadoras do que as que dominavam a cabeça do Harry nos tempos que o Chapéu Seletor estava em sua glória. Mas essas são as minhas. E isso deve ser importante de alguma forma, não? 

E a parte chata é que para você foi perda de tempo ler isto aqui. Sabe por quê? O motivo é muito claro. Essas são as minhas caraminholas, minha mente, meu ser. E, sendo assim, cabe somente a mim elucidá-los, não?

Bom dia,
@dailabez


quarta-feira, 18 de abril de 2012

...twitter

A louca aqui colocou um link da última postagem no twitter.
E a parte que ninguém lia aqui, Daila?

Endoidou?

Aparentemente, sim.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

...sobre expectativas

Expectativas são desgastantes. E Frustantes. Precisa de mais?

quarta-feira, 11 de abril de 2012

...já que eu não estou estudando mesmo

Amor de infância. Desses que a gente pensa que é para sempre.
Engraçado. Um dia, pensei sentir algo assim. Algo perfeito e tão bem encaixado (na falta de uma palavra melhor) que não tinha como estar pensando errado. Nem diferente. Não que eu fosse criança. Há muito tempo já havia deixado de ser. Mas sabe a pureza do sentimento? Pensei tê-lo visto. Há amores que são para sempre, e esse com certeza é um deles. Tanto que ainda hoje vive em nós. De forma diferente. Amizade pode existir. Ou sobreviver. Bom, não que não tenhamos tentado. Até que de um jeito meio torto, a gente tentou. Mas não era para ser. Fosse porque não tentamos o suficiente, ou não éramos as pessoas ideais. Um para o outro. A coisa boa? Depois de muito tempo, a gente finalmente deixa de lado o sentimento. E parte para a próxima. Se ela vier, claro.

...escape

Eu ando falando tanta coisa ultimamente, que esse blog voltou como uma válvula de escape. Escape, já ouviu falar? De acordo com <http://www.dicionarioweb.com.br/>, escape (es-ca-pe): s. m. - Ação de escapar. Fuga; evasão. Refúgio. Orifício por onde saem os gases queimados dos motores de explosão. Tubo de escape, tubo de escapamento de gases.

Vamos nos apropriar, portando, das opções "fuga, refúgio, evasão". Escrevendo aqui, deixo de postar em redes sociais, onde o arrependimento com certeza virá. Ou então opto por não escrever demais sobre tantas bobagens que fazem parte de meus pensamentos. E, se você já leu algo aqui, sabe bem do que estou falando. Difícil não notar. Fuga também porque eu me refugio do que eu não quero sentir, e esqueço por um momento, para que em hora alguma as interpretações sejam equivocadas. Mesmo que elas realmente sejam. Não em virtude de interpretarmos errado, e sim porque elas não deveriam ser, e são. Deu para entender?

O importante, em resumo, é que é escape. E também deixo de me mostrar inteira e demasiadamente às pessoas que eu desconheço, e só estão lá para "desvendar".

A quem eu estou enganando? Eu quero evitar é me envolver. E amar. 

...memórias

Eu acho tão curioso. Meu texto lá no comecinho, sobre escolhas.

Àquela época, minha vida era um ponto de interrogação gigantesco, na qual, a cada dia que se passava, eu só conseguia acrescentar mais dúvidas e questionamentos.

Hoje, quando olho para trás, vejo com clareza porque precisei passar por três cursos superiores. A resposta é tão simples, que fico imaginando porque, naquele momento, parecia tão difícil de se encontrar: para ter certeza.

Se eu não tivesse vivido tudo aquilo, tanta loucura de falta de tempo, de ir para três universidades no mesmo dia, sair de casa oito da manhã e voltar dez da noite, nunca teria certeza, acredito eu. Pois eu não teria tentado algo diferente, nem havia explorado todas as minhas aspirações e sentimentos. Hoje eu tenho. Fazer diferente? Claro que teria feito! Deixei passar tanta coisa importante no meu crescimento profissional, mas isso tudo faz parte do aprendizado. É assim que a gente aprende a ser gente. Lembrei-me agora de Marcelo Rubens Paiva. Grandes ensinamentos. E de Ronald Claver, que por meio de Pedro, ultrapassa os seus limites territoriais em busca de um sonho, mesmo que este fosse "apenas" sua própria história de amor. Há muito tempo que não tenho oportunidade de mergulhar nos livros, como eu fazia antes. Mas mudei o foco. Eu sempre mudo o foco. Algumas coisas nunca mudam, certo?

Além de ver o que minhas escolhas me proporcionaram, percebo ainda o quanto nós sempre somos obrigados a tomar decisões. Todos os dias. Sejam elas pequenas, como escolher entre uma banana e uma fatia de mamão no café da manhã, ou se colocarei a blusa branca ou o vestido florido para ir ao trabalho. Sejam elas grandes, como trancar um curso de graduação ou decidir entre namorar ou não alguém, ir morar no exterior ou recusar a coordenação de um grupo pelo qual se é apaixonado (a). Independente da situação, cada pequeno "prefiro esse" ou "melhor aquele" que dizemos durante o dia trará uma realidade única, que não poderá ser mudada. Está escolhido. Não há muito o que fazer com o "e SE eu tivesse feito aquilo, como seria?" A não ser que tivéssemos um viratempo, jamais saberemos. Então nos conformemos. E façamos aquilo que está no nosso coração. Se há arrependimento, a solução é simples: pedir perdão e seguir em frente. Ou não errar novamente. Acho que já saí do foco de novo. Melhor ir estudar.

Rotulagem nutricional, aí vamos nós! Porque, claro, eu escolhi ser nutricionista! o/

Um ótimo dia a todos (mesmo que eu saiba que só eu que vou ler isso aqui! ;D)

...sobre o esquecimento

Se não soubermos esquecer, o que era o resto mesmo? Nunca poderemos deixar a tristeza?
Minha memória recente anda ruim, então algo que li a pouco, já não lembro mais...

Mas acho que no fim, o que eles quiseram dizer é que existe a necessidade de esquecer por rancor ou então por falta de amor. E que cada uma delas leva a algo em nossas vidas. O rancor é um sentimento tão ruim, que a tristeza que ele traz te impede de seguir em frente. Você deixa de confiar nas pessoas, pára de se doar aos outros, é cético acima e sobre tudo. Ou, quando falta amor, a tristeza passa a habitar em ti, e tudo o que você faz perde a beleza, pois você estará vendo com olhos tristes. Não há nascer do sol, nem o barulho suave da chuva, ou a lua brilhando bonita no céu. Não há um sorriso recíproco, não vemos a oportunidade de um novo viver. E às vezes tudo está lá na sua frente, esperando apenas que você dê a mão, e siga seu caminho em busca de um novo viver.

Achei! O pensamento era esse:
Se não soubermos esquecer, nunca estaremos livres de tristeza.(Textos judaicos)

Deu pra entender, agora? =)

Daila B.

terça-feira, 10 de abril de 2012

...um pouco de tudo

Carácoles!

Tanto tempo, tanta coisa diferente.
No mundo, na vida, em mim.
Muita coisa já se foi, outras ainda permanecem. As verdadeiras, claro.
A imensidão do mundo é algo tão grandioso (redundante, eu sei) que quando percebemos, tudo aquilo que estava distante já passou. Se foi, não era mais.
Muito ainda, entretanto, está por vir.
A mudança em mim é gritante, só não percebe quem não me conhecia antes (deu até pra rimar!). Talvez seja o bom e velho amadurecer. Estamos envelhecendo, processo natural da vida que ninguém escapa.
Deus está em mim de forma tão presente hoje que eu não consigo imaginar a minha existência sem Ele. Não que isso não era meu pensamento antes, mas sabe? Quando TUDO o que você é depende dEle? Mas se Ele me criou, como não seria? Se Ele me amou até a morte? É o mínimo que eu poderia fazer, não? Não sei vocês (não que eu ache que alguém vai ler isso), mas eu penso assim. Eu sou assim.
Viu? Não está diferente? Não estou diferente?
Espero que o diferente em suas vidas, assim como na minha, tenha sido bom. Altos e baixos... todo mundo passa por eles. É a vida. É o viver. Eu vivi. E você?

:D

sábado, 2 de outubro de 2010

...Diploma

Quando eu imaginei que iria ser tão difícil conseguir esse diploma?










Que o Senhor me dê a força necessária não para carregar este fardo, porque sonho que se sonha não é fardo, mas para transpor todos os obstáculos que me levem até essa tão sonhada Formatura.

[Porque o importante sempre é a Rosa]